João Sacramento apresenta
O João Sacramento, como toda a gente responsável, também está preocupado com tudo aquilo que os efeitos da pandemia estão a causar aos portugueses, em particular, e aos cidadãos do mundo em geral. Neste momento, devido à ineficácia da (in)ação governamental somos os "melhores" do mundo, mas por más razões: primeiro lugar em número de infetados por milhão de habitantes e segundo lugar no número de mortos diários, nos mesmos parâmetros.
É nestas alturas de intensa dramaticidade que se revelam os verdadeiros líderes. António Costa, mais uma vez, voltou a falhar, mas claro que nunca assumirá essa culpa, arranjará bodes expiatórios e ridículas desculpas. Costa é "bom" naquilo que a política tem de pior: a baixa intriga, os confrontos com adversários em estilo "peixeirada", as negociatas, as falsas promessas, as traições e "facadas nas costas" até aos companheiros de partido.
Na altura dos incêndios, por duas vezes, o governo Costa falhou. Só que aí ainda havia Marcelo. Nessa altura, o presidente da República esteve no terreno e até, em algumas situações, pareceu ultrapassar as limitações do seu mandato. Mas agiu e os portugueses apreciaram esses gestos e atitudes e não o esqueceram. Com o tempo, Marcelo pareceu mais ser uma marioneta de Costa e, dessa forma, também algumas das culpas sobre a má gestão desta grave pandemia lhe poderão ser assacadas. E as coisas, cada dia que passa, pioram ainda mais...
Decisões tardias, medidas erradas e desnorte varreram Marcelo e Costa nos últimos tempos. Marcelo, que era o "rei das selfies" tornou-se no "imperador dos testes de despistagem". Com sábia ironia, o povo exige que o vacinem já, pois, se assim não for, em breve dá cabo do stock dos ditos testes. É sobre isso que o João nos enviou uma série de nove fotografias/cartoons onde as indecisões de Marcelo face a essa problemática são retratadas de forma hiperbolicamente divertida.
Vamos ver!









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