Resumo da edição
Caríssimos,
Nesta nossa edição de hoje, iremos ter quatro textos de origens bem díspares, de temáticas diversificadas, capazes de suscitar opiniões contraditórias, mas é essa a ideia; trazer sempre assuntos que suscitem várias abordagens e posições, pois como diz o provérbio, "da discussão nasce a luz"!
Começamos pela "alegada" homilia" do Papa Francisco, "Vamos ser felizes?", que traz uma mensagem de esperança e alerta para 2021, responsabilizando os cidadãos para que este novo ano possa ser melhor para todos. O texto circula pelas redes sociais - recebi-o via WhatsApp enviado pela Dina Monteiro e também pela Celeste Aleixo - e é atribuído ao atual Papa. No entanto, o site Observador foi investigar e não conseguiu, em lado algum, provas da sua autoria. O normal seria estar publicado no site do Vaticano, mas não está... Também não houve nenhum desmentido...
O segundo texto, já considerado um dos mais pragmáticos e impactantes discursos sobre a pandemia do COVID-19, chega do Uganda. É um discurso do presidente local, Kaguta Museveni, ao seu povo. O que torna esta alocução diferente? Um apelo a todas as pessoas para, com o seu comportamento, ajudarem os governantes a ultrapassar estes tempos difíceis. Este incentivo à autorresponsabilização, não apenas por estaremos numa era globalizante, é transversal e deverá servir de "modelo" a todos os habitantes do nosso planeta. Para ler e meditar. O texto foi enviado pela Conceição Fonseca.
O terceiro texto aborda um assunto bastante polémico: a notícia que a inspetora Andrea Marques (DIAP) terá mandado vigiar, e até violar o sigilo bancário, alguns jornalistas que investigaram o famoso processo e-toupeira, Vital Moreira - professor universitário, jurisconsulto e político - já emitiu a sua opinião sobre a situação, Cada um de vocês terá também uma opinião. certo? O texto chegou, via WhatsApp, enviado pela Dina Monteiro.
O último texto, enviado, via WhatsApp, pelo Carlos Carvalho, é da autoria de Antonio Barreto - "cientista social", político e cronista - e, apesar de já ter mais de quatro anos, mantém-se estranhamente, ou talvez não!, atual, pois os valores éticos e morais dos protagonistas da nossa vida pública não mudaram em nada. Centrado na visão que a imprensa passa da sociedade, e com isso a legitima e ajuda o sistema vigente a permanecer, censura, também, a forma passiva como os cidadãos aceitam, sem contestar, e com isso se tornam cúmplices desta angustiante e asfixiante situação.
Na seção musical de hoje temos Justin Bieber, jovem cantor canadiano cujo protagonismo se divide entre a sua carreira musical e a vida pessoal que enche as revistas da especialidade, Dele temos três temas: o seu primeiro grande sucesso "Baby", "What Do You Mean?" e o seu último tema "Anyone".
Espero que gostem.
Volto amanhã,
Cordiais saudações para todos.
Jorge Monteiro
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