Resumo da edição
Caríssimos,
Hoje temos uma edição bastante informativa. Vamos lá saber os temas em destaque.
Na rubrica da Celeste Aleixo, vamos fazer uma saudosista, no bom sentido, "viagem ao passado" dedicada a todos que foram crianças nas décadas de 60, 70 e 80 do século passado. Com dois nostálgicos vídeos, "Recordar é Viver", vão poder recordar tempos, atividades e objetos que faziam parte da vida quotidiana desses tempos. Mas há mais... Celeste recomenda-nos a leitura de "Não haverá regresso à normalidade tal e qual a vivíamos", um texto escrito pela diretora da Clínica de Doenças Infecciosas da Universidade de Maryland (EUA) que, apesar de seu teor pouco otimista, acaba por ser muito realista na forma como nos fala do futuro e bastante útil pelos conselhos e dicas que nos oferece.
No espaço da Fátima Deus, começamos por um divertido e emotivo momento de dança. "Birds Can Dance" onde belos pássaros ao som do popular "Danúbio Azul" executam belíssimas coreografias que vos vão surpreender e deliciar. Mas há mais! Fátima recorda-nos Tomás Amaral, um jovem ginasta açoriano que, nos mundiais de ginástica aeróbica (Guimarães, 2018) consegui a medalha de ouro na sua categoria, feito ímpar no nosso desporto. À boleia deste destaque, acrescentei ao post una vídeos da vida e obra do jovem António Casalinho, expoente do atual ballet mundial que acaba de ganhar o Prix de Lausanne. Dois jovens portugueses de grande talento pouco conhecidos do grande público. Fossem eles futebolistas...
Na seção musical temos hoje o carismático cantor francês Joe Dassin (1938-1980), precocemente desaparecido (enfarte de miocárdio) aos 41 anos. Filho do cineasta Jules Dassin, ficou conhecido pela sua voz calma e relaxante que tornaram as suas canções muito especiais. Muitos o imitaram - lembram-se do "Recordar é Viver" de Victor Espadinha? - mas Joe Dassin é único. Trago três temas que todos conhecem e vão adorar recordar: "L'été indien", "Et si tu n'existais pas" e "Salut".
Temos ainda dois textos polémicos para lerem e construírem a vossa opinião sobre ambos e seus autores. Um que retrata os tempos polémicos que se vivem no Benfica, "Vasco Mendonça de cartilheiro inflamado a desertor fanático" e outro de teor mais político, "António Costa não quer ouvir os portugueses, mas Bruxelas obriga-o" da autoria do deputado social-democrata Duarte Marques, no qual denuncia a tentativa do atual primeiro-ministro querer omitir factos e medidas futuras aos portugueses, apresentando esse documento em Bruxelas sem dele dar conhecimento aos cidadãos nacionais. Só que, ao que diz, o dito documento veio para trás para, "imposição europeia", ser dado a conhecer aos interessados: nós!
É tudo por agora,
Espero que gostem.
Volto amanhã.
Cordiais saudações para todos,
Jorge Monteiro
Finalmente, algo prático e honesto da chefe da
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